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grupo Maria de Nazaré, grupo Inácio Ferreira e grupo Fabiano de Cristo
terça-feira, 28 e 29 de julho de 2026, às 19:30 horas
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Ajuntai tesouros no céu.
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EXERCÍCIO DESTA TERÇA FEIRA
continuação
VOCÊ TRABALHA?
OU VIVE GRAÇAS AO TRABALHO DE ALGUÉM? (familiar, cônjuge, herança, aposentadoria)
Pense nessa atividade que gera ALIMENTAÇÃO, PARA VOCÊ.
Escreva em detalhes qual é essa atividade que coloca comida no SEU PRATO.
Pense em todos os envolvidos sobre a Terra, para VOCÊ SE ALIMENTAR.
Comece pelas pessoas, chácaras, sítios, fazendas, fábricas, prestadores de serviço, próximos e diretamente importantes, fundamentais, necessários, para que a atividade alimentadora da SUA VIDA possa existir.
Depois de lembrar de todos que diretamente estão envolvidos para que o trabalho alimentador exista, agora pense em todos os colaboradores distante, indiretos, terceiros, que também fazem parte do trabalho que mantém a SUA ALIMENTAÇÃO.
Apenas escreva todos de quem se lembrar.
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Qual a sua idade? Quantos anos? Quantos meses? Quantas semanas? Quantos dias? Quantas refeições por dia? Quantas pessoas cozinharam para você?
QUANTAS VEZES VOCÊ AGRADECEU PARA TODAS ESSAS PESSOAS?
Agradecer a Deus, é muito diferente de agradecer todas as pessoas, que diretamente garantiram você viver até este momento.
Vamos fazer um paralelo com sua PRODUTIVIDADE
Você quando trabalha, não importa a profissão, nem a atividade específica, se imagina trabalhando para quantas pessoas?
Você quando presta um serviço, se imagina trabalhando para quantas pessoas?
Você na sua vida pessoal, se relaciona e se relacionou ao longo da SUA VIDA com quantas pessoas?
HOJE, com quantas pessoas você se relaciona, presta serviço ou oferece seu trabalho fixo?
Vamos montar nosso prato de comida.
Cenoura. O chacareiro preparou a terra, plantou, colheu, tirou as ramas, encaixotou, colocou no transporte, levou para o Ceasa, desceu com a mercadoria para o atravessador que vendeu para o feirante, ou supermercado. As caixas andaram novamente nos carrinhos, entraram em outro transporte e foram para o locar de venda a varejo. Você ou alguém comprou a cenoura e levou para casa ou para o restaurante. Fez a comida e você comeu. Gerou lixo e o lixeiro levou.
Batata. A mesma coisa
Macarrão. Plantar o trigo, até chegar no moinho, até chegar na panifício, acrescentar Ovos, Leite. Transportar para o supermercado. Seguir para sua casa ou restaurante.
Molho de macarrão. Tomate. A mesma jornada.
Sal. A produção de SAL nas salinas, come os pés e os olhos dos trabalhadores, por mais cui8dado que hoje se tenha. Quando você for para Cabo Frio, dê uma olhada nas salinas na Região dos Lagos.
Leite. Levantar às 4 da manhã para tirar leite. Cuidar das vacas, vacinar as vacas. Todos os dias da semana sem interrupção.
Ovos. Criar galinha dá trabalho e tem riscos de perda total em uma noite de geada. Quanto milho foi plantado para criar as galinhas?
Amplia SUA VISÃO do emaranhado, da quantidade incontável de pessoas diretamente garantindo SUA VIDA. Você consegue agradecer a todas elas?
Agora PENSE NO SEU TRABALHO, você consegue imaginar quantas pessoas precisam dele?
Você sabe quem precisa do SEU TRABALHO?
Mesmo que você não sinta que pode ser muito útil no mundo, já se inscreveu no LINKEDIN?
Antigamente para arrumar emprego era precisa anunciar no ESTADÃO. Hoje basta usar seu celular. Lá aparece todas as vagas abertas para seu perfil. É só entrar no Universo das vagas, dos empregos, dos perfis, e oferecer o seu melhor desempenho.
Mas como ser visto, escolhido, solicitado? Pense nas MILHÕES DE PESSOAS que você já se relaciona na vida até agora. Todos estão ligados a você. É isto que é o seu emaranhado. No meio de todas elas, tem aqueles que PRECISAM DO SEU TRABALHO, DA SUA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO.
É por isso que Jesus avisou: Mas ajuntai tesouros no céu. Porque onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o vosso coração. Não andeis ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida *mais do que* o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário? Mateus 6
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MENSAGEM PSICOGRAFADA
“- Sinta-se convidado a entrar no Céu.
Uma tempestade forte cai do alto e enxergas com os olhos da alma, uma grade quantidade de irmãos terem suas casas invadidas pela enxurrada.
Fenômenos da Natureza abalam a Terra e te sentes invadido por uma grande emoção de tristeza, ao ver inúmeros irmãos de determinada região, algumas vezes do outro lado do Globo, serem subitamente subtraídos pela morte, e outros serem desalojados.
Já percebes o desastre que é uma guerra e que neste momento está ocorrendo em várias partes do Planeta.
Te incomodas com diversas ocorrências de violência e criminalidade, que acontecem em várias partes do mundo.
Te entristece doenças e epidemias, que aos poucos corroem o corpo de teu semelhante.
Para esses acontecimentos citados acima e uma infinidade de tantos outros, acorda de uma vez meu irmão, e veja que à frente de ti, encontra-se u irmão de Luz a te perguntar: ”E aí meu irmão! O que achas que tu podes fazer nesse momento por aqueles nossos irmãos que estão presos naquela situação?
Dirás sem dúvida nenhuma e com toda razão, que não tem condições de ajudar todo mundo, mas afirmamos claramente, que diante dos sentimentos de amor ao próximo, que já te atingem com muita força, podes muito bem orar por eles e emitir boas energias.
Quanto aos mais próximos de ti, podes muito bem observar o que poder fazer para ajuda-los dentro dos teus limites e capacidades, sabendo se envolver controladamente para não te prejudicares.
E na caminhada evolutiva já atingistes o patamar de te sentires tocados em fazer algo pelo semelhante, entendendo que tens capacidade para fazer algo de bom”.
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Outro grupo, reclamava de uma confusão energética fora deles e dentro deles.
– Estão nos chamando de volta. Os nossos escravos que deixamos, estão nos chamando de volta.
– Os seus prisioneiros estão chamando os algozes de volta?!
– Sentem falta da nossa carga magnética maléfica que os mantém lá.
– Eles também estão sendo atendidos e sendo aliviados.
– Estou procurando, mas não conseguimos saber a saída que leva lá pra baixo. Alguma coisa iluminada nos puxa para cima. É uma Luz envolvente. Me sinto numa confusão energética. Dentro de mim são duas forças acontecendo. É como levar um choque energético.
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– Você está no vendo?
– Não, não consigo ver vocês.
– Ah!, você está viva, no mundo dos vivos. Nossa forma impõe medo, impõe respeito. Quem nos vê, se assusta e corre, ou se assusta e nos reverencia.
– Você acha que o pessoal daqui, teve todo trabalho para buscar vocês e vão ficar com medo?
– Nós somos poderosos, todos tem medo da nossa aparência, da nossa feiura. Nem temos mais a forma humana. Veja nossos braços longos.. nossas pernas finas…
– Estou vendo um garoto lindo, alegre, esperto. O Sol brilha. O chão é meio arnoso e brilha com o Sol. Tem um riacho atrás do garoto. Ele pula de sorri de alegria.
– Não venha com essas lembranças!
– O menino é lindo, branquinho, calça cura escura. É travesso.
– Isso não é justo! Você não pode fazer isso com a gente!
– O menino sorri. Está pensando e subir uma árvore. Travesso. Não estou vendo a árvore, não está naquele lugar. O garoto pensa na mãe que vai dar bronca se ele subir na árvore pode até apanhar, mas vai subir e arriscar.
– Pare com isso! Você está mexendo com a gente! Não podemos ter essas lembranças. Elas foram apagadas com hipnose!
– Esse menino é uma gracinha. Tem os dentinhos curtinhos. Deve ter uns 6 anos. É uma criança alegre. Fica pulando com aquele shortinho preto…
– Vão nos levar para outro lugar, para fazer tratamento.
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– Olha onde estão. Fomos buscar vocês.
– Que energia é essa?
– Abra bem os olhos e veja onde está.
– Aqui não tem mago, não tem cientista? Dá a impressão que o Sol voltou a bater. Não estamos escondidos naquele buraco, naquela caverna.
– Fomos buscar vocês. Não estão mais naquele lugar. Olha onde estão.
– Estamos mais leves. Tem menos pressão puxando para baixo. Tem uma multidão de gente doente. Seres doentes sendo tratados. Muita gente cuidando.
– Aqui é um hospital
– Vendo tanta gente doente, mutilada, meio enlouquecidas, até que a nossa situação não é tão grave. Tem uma guerra dentro da gente entre o Bem e o mal.
– Agora vocês vão deitar e descansar.
– Descansar!!! Como!….
– … Está dando uma vontade de tirar essa dor deles, de ajudar…..
– …. Estão dizendo que ainda não temos força para ajudar. Vamos nos preparar… Vamos conseguir?
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– Vocês trabalham pra quem? Por que fazem isso?
– Trabalhamos para o Mestre Jesus
– Me lembro, conheci os saduceus… me lembro de alguma coisa
– Você é bem antigo
– Minha memória bem em flashes de maldade. Tempos antigos.
– Perceba a vantagem de servir Jesus.
– Parece ser bom. Tira as lembranças das nossas cabeças! Não aguento mais ficar lembrando dos crimes passar.
– Presta atenção onde está. Você vai aprender a ver o agora, a realidade atual. Vai conseguir .
– Estou sentindo uma vontade de fazer o Bem.
*
– Não podem soltar eles. São nossos. Estamos construindo um exército do mal
– Agora todos estão soltos, já fomos busca-los.
– Precisamos criar uma frente contra outras quadrilhas. Precisamos do nosso exército. São nossos escravos.
– Porque não querem o caminho do Bem?
– Estamos vendo a Luz, está claro, sentindo uma sensação estranha. Uma transformação, sentindo diferente…
***
Ao mesmo tempo, outra médium, foi para um lugar tão alto, tão diáfano, exigindo um cuidado até para pensar. Seu pensamento ficou rápido, instantâneo. Precisou se acalmar, para controlar o próprio pensamento. Bastava ver e se sentir lá.
Tudo brilhava. Os prédios eram altos, pontudos e dourados. Tão diáfano que não conseguia ver as formas, ouvia…
Para voltar, não conseguia acoplar no corpo. Precisou elevar as energias do corpo físico, para alcançar o perispírito. Teve que adaptar o “encaixe” corpo-espírito.
O outro médium que a acompanhou, deu a sustentação durante esta experiência, no final do trabalho, aplicou os passes em todos nós. é assim todo o final de trabalho.
Mas aconteceu uma sensação diferente. Dava para sentir a energia do passe mais densa. Ela nos cobria, envolvia. Quando aplicou no coronário, deu a sensação de uma energia de metal. Era metal que estava entrando, descendo e preenchendo o corpo. Só no final do trabalho, conversando, é que soubemos que a médium tinha ido num lugar com muito ouro.