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grupo Maria de Nazaré e grupo Inácio Ferreira
terça-feira, 7 de julho de 2026, às 19:30 horas
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*Um presente surpreendente!*
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*EXERCÍCIO DESTA TERÇA FEIRA*
Você já escreveu tudo o que aconteceu durante esta semana?
Agora faça uma avaliação:
Escreve o que você considerou desagradável, irritante, decepcionante, frustrante, dolorido nestes últimos 7 dias, inclusive hoje até a hora do trabalho.
Escreve tudo que aconteceu de bom, deu certo, foi resolvido, teve coragem de começar, teve coragem de terminar, nestes últimos 7 dias, até a hora do trabalho.
Escreva, escreva,escreva…
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Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna. Mateus 5:37
Disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que, nesta mesma noite, antes que o galo cante, três vezes me negarás. Mateus 26:34
E, comendo eles, disse: Em verdade vos digo que um de vós me há de trair. Mateus 26:21
E logo, aproximando-se de Jesus, disse: Eu te saúdo, Rabi; e beijou-o. Jesus, porém, lhe disse: Amigo, a que vieste? Então, aproximando-se eles, lançaram mão de Jesus, e o prenderam. Mateus 26:49,50
Na preparação do trabalho desta noite, comentamos sobre a relação de fidelidade entre o Plano Espiritual e o grupo encarnado que pretende trabalhar com os espíritos. Esta relação depois de estabelecida, se mantém, porque obedece às qualidades morais e de caráter, que se assemelham.
As variações de humor, relacionais, intencionais dos participantes, necessariamente não alteram, não derrubam os laços que foram criados.
Tem muita gente que fica preocupado se o grupo é barulhento, ou muito alegre, ou às vezes possa ter atrito. O Plano espiritual não é frágil, não é tão suscetível aos eventos que acontecem entre os encarnados. O que mantém a força do trabalho espiritual é a coerência entre os dois Planos, espiritual e material. O que varia é a qualidade do resultado.
Existem muitos grupos bem integrados, ligados, sempre presentes, com resultados de trabalhos questionáveis. Os dois Planos, espiritual e material convivem harmoniosamente, com resultados de acordo com suas qualidades morais e de caráter.
No nosso grupo, somos muito atentos ao que sentimos no coração, nas nossas intenções, nas nossas atitudes, dentro e fora do trabalho. Se falamos alto, damos risada, falamos sobre qualquer assunto, isto faz parte da vida, nossos espíritos amigos, não são tão sensíveis e frágeis, que se abalem com isso. Tal seria a fragilidade de um trabalho de socorro espiritual, se os espíritos dependessem do silencio dos encarnados para poder ajudar. Use o bem senso. Você para trabalhar em qualquer setor da sua vida, depende de silêncio?
Sua vida, a qualidade da sua vida, os resultados da sua vida, dependem do SEU SIM, e do SEU NÃO. Não fomo treinados para nos respeitar, para fazer acontecer O QUE QUEREMOS para nós, e impedir de acontecer o que NÃO QUEREMOS para nós.
*Porque o que passa disso é de procedência maligna*. Não existe o talvez para uma vida íntegra. A Humanidade, vida de tempos imemoriais, sempre é treinada para não ter domínio sobre si mesma. Não pensa, não compara não julga, não escolhe. Não conhece o próprio SIM, não reivindica o próprio NÃO.
Para acontecer um bom trabalho espírita, um bom socorro espiritual, é preciso pessoas que desenvolvam dentro de si, seu SIM, e seu NÃO. Que tenha a liberdade de pensar, analisar, comparar e escolher. O trabalhador espírita não é bom, porque obedece, fica em silêncio, imaginando que está fazendo o bem. Qualquer pessoa constrangida, coagida, cerceada, também faz o mesmo.
Presta atenção no que Jesus falou para você: *Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna*. Ele falou para você, não foi para outra pessoa. Escolha os seus SINS, escolha os seus NÃOS. O tempo todo, a vida inteira, em todas suas escolhas, em todas as suas ações.
Mas NÃO SE ENGANE, NÃO SE ILUDA. O mundo não sabe viver assim, não tem permissão para ser livre para escolher. Basta você tentar, e a punição, a reação virá imediatamente. Em tudo na sua vida, desde seus amores, seus familiares, conhecidos, amigos, estranhos. Não importa. Manter sua integridade dá muito trabalho e exige perseverança. *Três vezes me negarás*.
Muitas vezes dizemos que caímos no fundo do poço, por causa de alguém, porque nos jogaram lá. Você para cair, precisa estar acima. Quem cai, cai de cima. Se está se arrastando na terra, não cai. Mais uma vez Jesus mostra isso. Quando ele fala pra Pedro, que seria negado por ele, não estava revoltado, irado, agressivo. Apenas avisou que o acontecimento iria ocorrer.
Quando avisou que seria traído, não se revoltou. Apenas avisou que o fato iria ocorrer. Não correu, não se escondeu, não caiu na armadilha. *Amigo, a que vieste? Então, aproximando-se eles, lançaram mão de Jesus, e o prenderam*.
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O trabalho desta noite foi UM PRESENTE a todos os trabalhadores do CISCOS. Um presente surpreendente!
Depois de vários atendimentos, muitos mesmo, os médiuns se reuniram. Veio um comando enfático, firme, voz imponente. Vocês todos estão sendo ajudados!
Nossos ancestrais, de todos os trabalhadores do CISCOS, aqueles que já estão em condições de serem ajudados, foram recolhidos, trazidos, orientados. Ultrapassaram um PORTAL, Limparam ligações e dores do passado. Estão livres a partir a agora, para uma nova vida. Alguns, poucos, já estão prontos para reencarnar.
Eram atraídos e encaminhados. Chegavam de todos os lugares, percorriam uma estrada e ultrapassavam uma porta, um PORTAL.
Um desses espíritos conversou conosco. Se perguntava porque, por tanto tempo ficou no mesmo sofrimento, no mesmo lugar. Aos poucos foi se desvencilhando de alguma coisa que a prendia, que causava muita dor, e se sentiu livre para caminhar em outra direção.
A energia era para soltar a dor, uma dor eterna, secular, que prendia a todos que estavam sendo socorridos. Centenas, milhares? Não dava nem para saber. Multidão de espíritos ligados a todos nós do CISCOS.
Presta atenção. Imagine um grande mastro, com uma bandeira bem comprida tremulando, bem comprida mesmo. Era assim que a multidão de seres, de espíritos parecia. Cada um, carregava uma energia, longa, que se somava à multidão. Não eram outros espíritos que estavam juntos. Era as energias e dores do passado que continuavam com cada um. Cada ancestral nosso, era como o mastro, e ao mesmo tempo arregava consigo as dores do passado, que estão conosco até hoje.
Os mentores explicaram: todos que podem ser ajudados, estão sendo ajudados. Todos os nossos ancestrais estão sendo amparados, libertados de suas dores.
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Para encerrar, mais uma vez queimamos nossos escritos, junto com muitas ervas.